Amy

@Amyimpact

E eu adoro ser uma putinhaaaa

E eu adoro ser uma putinhaaaa

(Fonte: homophobic, via mikominabusa)

Lindo esse clipe!
Zoom Info
Lindo esse clipe!
Zoom Info
Lindo esse clipe!
Zoom Info
Lindo esse clipe!
Zoom Info

Lindo esse clipe!

(Fonte: ddarkahn, via mikominabusa)

Cansei de ser só mais uma

É, eu cansei de ser só mais um na vida das pessoas. Alguém que passa algumas horas com você, se diverte, e depois some. Eu tô me sentindo triste por que? Se eu já passei por isso antes, eu devia aprender. Chega.
Eu prefiro ficar sozinho. Pra que? Alguém que não me valoriza pelo meu conhecimento, pelo meu carinho, pela amizade. Pelo meu jeito. Só quer saber de corpo sarado, rosto de modelo. Eu acho que tá na hora de eu tirar meu cavalo da chuva e desistir de amar. Porque honestamente, já tentei tantas vezes. Mais do que eu esperava. Obrigado a minha mãe pelo presente que recebi mas…  Não sei muito se vale a pena esse presente. Não preciso disso. Não preciso passar por isso. Prefiro ficar no meu conforto de não sofrer por outras pessoas. De me entregar totalmente e não ser retribuído. Afinal de contas eu sou feliz por ser eu, eu sou feliz por saber o quanto eu sou especial e por ter amigos que gostam muito de mim. Eu não preciso me submeter a isso. Cansei de me sentir assim.
Cansei de sentir isso. Acho que é melhor eu me fechar no meu mundinho como sempre faço.

creatingaquietmind:

This is actually a spectacular idea and I need to keep this for future reference

Excellent!

creatingaquietmind:

This is actually a spectacular idea and I need to keep this for future reference

Excellent!

(Fonte: tastefullyoffensive, via chadleymacguff)

Já está na página 3…

Então… Eu conheci há mais ou menos um mês, um rapaz. Um rapaz que me despertou um interesse muito forte. Por tudo que aconteceu entre nós, mesmo que nas entrelinhas. A primeira coisa que me chamou atenção, é que no dia que nos conhecemos ele tava usando a mesma cueca que eu, da mesma marca e mesma cor. E como todo bom amigo do Yago, sabe que eu não acredito em coincidências. A partir daí eu comecei a prestar mais atenção em um cara. E a cada olhada que eu dava, eu me sentia mais atraído. E ele não precisava fazer nada. Só ser ele mesmo. Porque eu gostava do jeito dele, do olhar dele. Do sorriso. No primeiro dia de aula com ele, mal trocamos uma palavra. Eu sou desses que gosta de se fazer de difícil. Não dei muita bola não. Falava com todos. Ria, brincava. Olhava para todos. Menos pra ele. Eu queria que ele já sacasse que eu fosse uma pessoa difícil. Quando íamos pra casa, perguntei onde ele morava e ele pegava o mesmo onibus que eu. Então fomos: Eu, Luane, ele e mais uns colegas do curso. OK. Enquanto conversavamos, quando alguém falava, ele cortava pra me dirigir a palavra. Uma vez, duas vezes, tantas vezes que o clima começava a ficar chato. Eu achei aquilo estranho, no meio de eu e cinco pessoas ele só parava pra falar comigo. E eu prestei atenção nesses pequenos detalhes. E lá se vai Yago pensar durante duas semanas - porque um sábado de aula era feriado e ficamos duas semanas sem nos ver - pensando no rapaz novo, bonito, do braço grande, do sorriso perfeito, da boca bonita e dos olhos castanhos, um pouco mais escuros, que os meus e seu olhar sedutor de um leão. Na segunda vez que nos vimos, novamente um sábado, a gente chegou a bater papo. Fomos no intervalo todos lancharmos, e acabou que dessa vez parei na mesa sozinho com ele. Eu tinha comprado uma batata-frita e ele um suco de laranja, muito do sem graça. De longe já notava os comentários dos coleguinhas rindo da situação. Eu como sou assumido, já dava pra ver antes mesmo de me conhecer que eu sou homossexual. E no curso todos comentavam que ele era minha próxima vítima. Mas por respeito, ninguém deixava ele desconfiar disso. Nós atores somos muito unidos. Classe sempre unida, graças a Deus. Quando jogávamos papo fora, entre um “sempre quis ir para Londres” dele e “gosto de música coreana” meu, falei que não tinha encontrado ele no Facebook. Quando ele me responde que já tinha me visto, mas não me adicionou porque não quis. Pronto, me senti mal. Ele me explicou que era muito reservado e tudo mais. Compreendi e fiquei na minha. Papo vai e papo vem, eu dei minha batata pra ele porque eu já tava satisfeito e ele me deu o resto do suco dele pois ele disse que não aguentava tomar tudo. Eu me senti o máximo. Me senti retribuído, como se alguém no mundo me desse uma moral. E gostasse de mim, pelo menos como amigo. E eu fiquei umas boas horas com o canudo que ele tava chupando na boca, lambendo mostrando pra todo mundo ver que era dele. Como um trofeu. No fim do dia, descendo a escada do curso. Ele me ofereceu alguma carona até em casa com os dizeres: “eu passo pelo mesmo lugar que você, quer vir? Aí meu pai te leva”. Mas eu tava me sentindo tão nervoso, e eu nem ia ter assunto direito que ia ser um gelo dentro do carro de tão sem graça. Minhas amigas me chamaram de burro. Recusei. Não teria coragem de conhecer o pai dele logo agora. Mas recusei sem sal. Sem gosto. Sem nem dizer o motivo. Disse: “não vou me sentir muito bem”. Deixando uma ideia dúbia. Como se eu não quisesse estar na presença dele, o que não é verdade. Na semana seguinte, eu com medo de ter estragado tudo, foi a primeira coisa que falei com ele. Involuntariamente dei um abraço nele, sendo que só me toquei disso depois. Mas ele retribuiu, então deixa, né? Eu me desculpei por não ter aceitado a carona e justifiquei que eu não ia me sentir a vontade com o pai dele, e não por causa dele. Sendo assim, ele entendeu. Dessa vez na aula de expressão corporal, minhas amigas disseram que ele ficou me observando muito dançar. Eu me senti alegre. Tinha comentado com ele que eu queria ser coreografo. Eu e ele mal conversamos porque a posição que a professora me colocou na coreografia era do outro lado da sala, e estávamos muito longe um do outro. Sendo assim quando percebi que ele tava me olhando, eu levantei as sombrancelhas como quem diz “E aí? Tá gostando?” aliás era a primeira aula de expressão corporal dele. Ele fez o mesmo gesto pra mim. Nisso eu cerrei os cilios olhando pra ele, rapidamente. E ele fez o mesmo. Como se fosse uma resposta mútua. No intervalo, fomos para o mesmo lugar. Mas dessa vez sentei numa distância segura. Eu numa mesa com umas amigas, e ele em outra. Quando eu estava pra levantar, ele chegou e me deu o resto do suco dele. Como da última vez, e saiu andando. Enquanto os colegas iam embora, descendo as escadas do segundo andar da lanchonete, eu fui o único que esperei por ele voltando do banheiro como quem diz “obrigado por ter lembrado de mim”. Mas nem tinhamos conversado direito nesse dia. Quando cheguei no curso, troquei de roupa rapidamente pro nosso uniforme porque fiz questão de ir pra lanchonete bem vestido, mesmo que todos os colegas não tivessem trocado de roupa e estavam todos de uniforme. Mas eu queria me sentir bem. Entrei na sala, ele estava sentado decorando no texto dele. Passei a mão no cabelo dele e perguntei sobre o trabalho dele. Como ele estava fazendo. Mas na real, eu tava mesmo cagando e andando. Qualquer coisa só pra estar com ele. Depois me distanciei de novo, porque não quero estar totalmente disponível. Mas essa aula parecia que tinha sido feita pra mim. A professora nos deu um exercício, para que não tivessemos problemas na hora de realizar uma cena mais íntima, como cenas de sexo, e nele era preciso tocar o corpo da outra pessoa. E advinha quem eu peguei pra fazer esse exercício? Quando meu amigo notou que ele estava do lado do rapaz que eu tava afim e eu longe, ele me puxou e disse: “não vou deixar você abusar da fulana”. A menina lá que eu tava cagando e andando, mas me toquei que ele fez isso pra que eu ficasse perto dele. Nem deu tempo de agradecer. Eu que não ia perder essa puta dessa oportunidade. Fiquei de frente pra ele, e passei a mão no peito dele, no braço, até que ele passou a mão pelo meu abdômem e paramos de mãos dadas. Eu só sei que quando eu acordei pra realidade, estava olhando nos olhos dele e ele nos meus. Enquanto ele tentava falar o texto dele pra mim, do jeito todo inseguro e toda hora errando na articulação das palavras, eu estava acariciando com meu polegar a parte externa das mãos dele. Eu rindo pra ele e olhando bem nos olhos dele. E enquanto ele pronunciava cada palavra, errada, a gente sorria junto. E a minha vontade era de beijar ele ali mesmo. Todo tímido do jeito dele, ele terminou o texto e não tive coragem de avançar. Nos soltamos e trocamos de dupla. O próximo exercício era de relaxamento. Todos deitaram pelo chão de bruço, um do lado do outro. E o exercício era rolar um por cima dos outros, um de cada vez. A parte do relaxamento era só pra quem rolava, porque quem tava deitado sentia dor demais. Era uma mistura de dor com prazer. E eu, a bandida, deitei do lado dele porque lógico, sou desses. E enquanto eu e ele gemíamos, quase que juntos com as pessoas passando por cima da gente, trocavamos uma conversa. Eu tava tão perto do rosto dele, que de vez em quando virava porque eu não suporto respirar o bafo das pessoas. Por mais que seja ele, eu me esforcei bastante. Aí ficavamos nos olhando, bem próximos, rindo da situação. Sei que ficamos uns dez minutos, ele com o braço dele em cima do meu, e vice-versa pra não fazer vão e quem rolar caisse no chão. E nessa brincadeira dos braços, percebia que o corpo dele era bem quente. O braço dele era maior que o meu, tão bonito. Teve uma hora que coloquei meus dedos sobre os dele, como se fosse segurar a mão dele de novo, mas ele logo tirou. Acho que nem se tocou, por conta da situação. Sei que toda hora eu fazia algum movimento na esperança de sentir ele retribuir o que eu fiz. Mas não quis deixar isso muito claro, pois como disse, não quero ir muito rápido com ele. Quando chegou minha vez de rolar por cima dele, eu tive todo cuidado. Mas confesso que tão nervoso, nem pensei em fazer nada de maldade. Acho que nem me aproveitei direito dele, o quanto eu podia. Podia fazer de tudo. Ele estava sentado de bunda pra cima pra mim. Eu podia roçar, empurrar ele, deitar sobre ele, fazer de tudo. Ele era meu. Eu dominava. Mas na hora não pensei em nada disso. Simplesmente rolei de qualquer jeito só praquele constrangimento todo passasse rápido. Pronto, eu era o último. E lá vinha ele. Quando ele rolou por cima de mim, eu senti todo o peso de um homem de verdade. Ele roçou tudo que ele podia em mim. Eu quase pude sentir ele me penetrar de tanta força que ele fez em cima de mim. Foi uma coisa tão excitante, sentir o homem que eu naquele momento, já amava em cima de mim. E queria aquilo mais e mais. Depois disso olhei na cara dele e… Nem sabia o que dizer. Acho que fiquei meio perplexo por um bom tempo. No final da aula, eu esperei por ele. Como sempre faço, mas acho que esqueci de citar. Eu nunca deixo ele sair da sala sozinho. Meus amigos dizem que a única pessoa da turma que fala com ele sou eu. Ninguém gostou muito dele. Eu dei um abraço nele e curti meus poucos segundos de despedida. Agora ele sempre vai de carro com o pai. Assim que cheguei em casa, mandei uma mensagem pra ele agradecendo pelo suco “parceiro”, e “me desculpe por não ter lembrado de agradecer antes”. Fiquei a noite toda calculando os minutos que ele saiu do curso, com o tempo que eu cheguei em casa mais o tempo que da minha casa, faltaria pra chegar na casa dele, pra saber que horário mais ou menos ele me responderia. Sim, tá nesse nível. Passou a noite, a manhã, e durante a tarde ele me respondeu um “ok”. Frio e seco. Mais nada. Será que foram os pais que estavam perto? Ou eu que estou fantasiando demais? Será que ele realmente tá na minha ou eu estou ficando maluco? A verdade é que nem sei se ele gosta. Só pelas fotos gay do Instagram não dá pra dizer. Nem pelo jeito dele. Mas essa indiferença de me responder com “OK” me deixou profundamente magoado. Acho que sou um imbecil. Um idiota. E vou sofrer por amor mais uma vez. Preciso parar de tratar as pessoas como eu gostaria de ser tratado.

Ok… Isso é constrangedor

Ok… Isso é constrangedor

(via mercuryjones)

ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info
ruinedchildhood:

Rugrats was deep.
Zoom Info

ruinedchildhood:

Rugrats was deep.

(via chadleymacguff)

Me encontro nesta situação e é muito deprimente kkkk
Zoom Info
Me encontro nesta situação e é muito deprimente kkkk
Zoom Info

Me encontro nesta situação e é muito deprimente kkkk

(via chadleymacguff)

Então né… Como podemos resolver isso? RÇ~

Então né… Como podemos resolver isso? RÇ~

(Fonte: slamchowder, via meniloveat5280)

(Fonte: dredre77, via xtrem-bulges)

ruinedchildhood:

nutellatsunami:


Selena Gomez Crying Is Literally Applicable To Everything That Could Ever Happen

Yes. just yes.
Zoom Info
ruinedchildhood:

nutellatsunami:


Selena Gomez Crying Is Literally Applicable To Everything That Could Ever Happen

Yes. just yes.
Zoom Info
ruinedchildhood:

nutellatsunami:


Selena Gomez Crying Is Literally Applicable To Everything That Could Ever Happen

Yes. just yes.
Zoom Info
ruinedchildhood:

nutellatsunami:


Selena Gomez Crying Is Literally Applicable To Everything That Could Ever Happen

Yes. just yes.
Zoom Info
ruinedchildhood:

nutellatsunami:


Selena Gomez Crying Is Literally Applicable To Everything That Could Ever Happen

Yes. just yes.
Zoom Info
mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…
Zoom Info
mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…
Zoom Info
mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…
Zoom Info
mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…
Zoom Info
mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…
Zoom Info

mirayama:

We just wanted to see mom’s face again… see her smile…

(via akuma-baka)

yoncevevo:

me lying

yoncevevo:

me lying

(Fonte: chelleog, via chadleymacguff)